Justice française plus lente que celle de Sao Tomé:Affaire faux ordre Malte d’Eric Duval ?

Justice française plus lente que celle de Sao Tomé:Affaire faux ordre Malte d’Eric Duval ?

En effet La Cour de Justice du petit archipel de Sao Tomé e Principe dans le Golfe de Guinée où le faux ordre de Malte du grand prieur Eric Duval homme d’affaire en cheville avec la mafia française, se réunissait  là bas dans un château fort avait constaté que les conditions favorables avaient été réunies pour mener des activités illégales telles que l’émission et la vente de passeports diplomatiques, de l’évasion fiscale, détournement de dons et peut être de blanchiment d’argent sale.

En janvier 2011 le prieur du faux ordre de Malte de Sao Tomé, monsieur Jean-Philippe Van Nyen fatigué par ce scandale jette l’éponge.

En 2013 cessation définitive de sa représentation de l’OSJ Duval à Sao Tomé.

Le faux ordre de Malte financé jusqu’à lors par le faux marquis Eric Duval n’est pas sujet de droit international et ne peut pas être reconnu comme tel et donc avoir des relations diplomatiques.

Les Etats de Madagascar, Cambodge, Togo, Gabon, Burkina, Mali, Niger, Bénin, Côte d’Ivoire, Sénégal sont dans l’illégalité des lois internationales qui régissent les Etats et les relations et reconnaissances diplomatiques vis-à-vis de l’ONU, du Vatican qui ne reconnaissent qu’un seul Ordre de Malte.

En conséquence nous allons demander officiellement la position des ministères des Affaires Etranges des pays cités ci-dessus.

Pour faire valoir ce que de droit.

 

Comte Mathieu Nalecz-Cichocki

 

Chef de la Résistance Togolaise

CEO of Peuples Observateurs

Dapaong le 22/03/2017

 

Reconhecimento de “Ordens de Malta” gera polémica diplomática

O país meteu-se numa demanda diplomática com o reconhecimento de duas “Ordens de Malta”, que pode sujar a sua imagem externa. Uma ligada a igreja católica com sede em Roma-Itália põe em causa a legitimidade da outra que tem sede central em Saragoça – Espanha. A diplomacia são-tomense está no meio da confusão.

Philippe Van Nyen, cidadão belga, foi embaixador da Ordem Soberana, Militar e Hospitalar de São João de Jerusalém, Cavaleiros Ecuménicos de Malta junto ao Estado são-tomense desde o ano 2004, até 2013.

Deixou de ser embaixador da Ordem de Malta que é abreviadamente conhecida pela sigla,  “OSJ”, que tem a sua sede principal em saragoça-Espanha. Van Nyen passou a ser cônsul da Bélgica em São Tomé e Príncipe.

Seu sucessor, chama-se Mark Bulte também cidadão belga, já está no país, aguardando o momento a ser indicado pelo Presidente da República, Manuel Pinto da Costa, para apresentar as suas cartas credenciais como novo embaixador da Ordem de Malta – OSJ, junto ao Estado são-tomense.

O mesmo Estado são-tomense que há vários anos, reconheceu e tem relações diplomáticas com a Ordem Soberana e Militar de Malta, cuja sede está em Roma – Itália.

O último embaixador da Ordem Soberana e Militar de Malta que tem fortes ligações com a Igreja Católica, foi acreditado pelo Estado são-tomense no ano 2005. Chama-se Eduardo Norte Santos e Silva, é cidadão português. Esta “Ordem de Malta” de pendor católico é mais antiga e utiliza a abreviatura SMOM.

Em declarações ao Téla Nón a partir de Lisboa-Portugal, o embaixador Eduardo Norte Santos e Silva, colocou em causa a legitimidade da Ordem OSJ, designada Soberana, Militar e Hospitalar de São João de Jerusalém, Cavaleiros Ecuménicos de Malta. «Abusam de uma denominação que não lhes compete», afirmou o embaixador da Ordem Soberana Militar de Malta.

Eduardo Norte Santos e Silva que diz ser representante da Ordem de Malta legítima no território são-tomense, considera que a instituição milenar que representa não pode ser confundida «com um grupo de senhores que aproveitam a oportunidade para fazer negócios», referiu.

O embaixador da Ordem Soberana Militar de Malta, disse ao Téla Nón, que a sua instituição tem relações com a União Europeia, com os Países de expressão portuguesa, por mais de 104 outros países do mundo, e tem estatuto de observador nas Nações Unidas.

Enviou várias notas verbais de protesto às autoridades são-tomenses, denunciando o reconhecimento da Ordem de Malta OSJ, mas sem sucesso. A embaixada de Portugal em São Tomé e Príncipe também se posicionou, defendendo a Ordem Soberana e Militar de Malta como única entidade reconhecida há cerca de 1000 anos pelo estado português.

Houve até um despacho do Supremo Tribunal de Justiça de São Tomé e Príncipe, que segundo o embaixador Eduardo Santos Norte e Silva «reconhece apenas a Ordem Soberana e Militar de Malta, o direito de utilizar esta denominação no território são-tomense», frisou.

No entanto os cavaleiros, da Ordem OSJ, consideram que a sua Ordem é legítima e que nasceu em 1808, fruto da desagregação da Ordem principal, que era comandada pelo vaticano.

Na edição desta quarta – feira o Téla Nón vai desenvolver esta polémica que briga com a imagem externa de São Tomé e Príncipe, num trabalho de investigação, onde vários documentos serão exibidos, como forma de esclarecer o caso, e contribuir para a preservação da imagem externa do país.

Abel Veiga

 

PASSEPORTDUVAL

 

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